Os insubstituíveis

Ler os clássicos do pensamento pedagógico para entender nas raízes de suas reflexões o que eles imaginaram

“É clássico aquilo que persiste como rumor mesmo onde predomina a atualidade mais incompatível” Ítalo Calvino

O cenário das escolas mudou muito nestes primeiros anos do século XXI. A crescente luta pelos direitos humanos e pela universalização da cidadania, somada a oscilações econômicas, sociais e culturais, e acirrada competitividade por mercados, e tudo permeado por notáveis avanços da ciência e de sucessivas inovações tecnológicas, contribuíram para o delineamento de cenários humanos sem precedentes na história.

 Certamente, a escola erigiu-se como um dos palcos que mais sofrem as influências de todas essas mudanças paradigmáticas. Com muita frequência, os gestores e professores ficam perplexos diante de tantas incertezas e desafios que surgem no cotidiano escolar. Precisam mobilizar o melhor de suas energias e de seus conhecimentos pedagógicos, mas nem sempre encontrando caminhos e rumos que atendam às suas próprias expectativas, como também as da sociedade.

O reconhecimento da importância da educação em nosso país pode ser visto pelo longo percurso que crianças e jovens devem percorrer no cenário de complexidades, desigualdades e interrogações em que sonhos e fracassos se revezam e podem deixar marcas no itinerário da vida.

 Com os avanços da ciência da infância, a pedagogia contemporânea passou a considerar fundamental a educação desde os primeiros anos de vida. E até chegar ao final do ensino superior, é quase um quarto de século passado nas escolas. E com o reconhecimento da escola de tempo integral, o tempo de formação se amplia ainda mais. Esse longo percurso coloca em evidência a importância da escola e o que acontece dentro e fora dela.

É certo que a escola por si só não opera milagres. Seria pedir muito.  A escola faz parte de um contexto social e econômico repleto de humanidades e desumanidades. Seu maior e mais nobre objetivo será sempre o de lutar para que a dimensão humana tenha a primazia com a esperança de que essa diretriz possa iluminar os caminhos que serão percorridos durante a existência cada vez mais longeva.

Acredita-se que nesse longo percurso que crianças e adolescentes devem passar nas escolas, o papel de gestores e professores e também da família reveste-se de relevância ímpar e insubstituível. O marco das tendências atuais é de cada vez mais destacar a imprescindibilidade de uma boa formação. Há mais de 100 anos, Durkheim, em sua obra clássica sobre a evolução pedagógica, acentuou a importância de uma cultura pedagógica na formação de professores. Dizia Durkheim que não basta prescrever aos professores com precisão o que terão de fazer. É preciso também que estejam em condições de julgar, de avaliar essas prescrições, de ver sua razão, de ver as necessidades às quais respondem.

Para Durkheim, é necessário que os professores estejam conscientes das questões às quais essas prescrições trazem soluções provisórias. E isso só se consegue por meio de uma cultura pedagógica. Por isso, a importância de ler os clássicos do pensamento pedagógico para entender nas raízes de suas reflexões o que eles imaginaram muito além das prescrições e de receitas e soluções ditadas pelas circunstâncias.

Sócrates -Na linha pedagógica dos tempos, elegemos alguns clássicos em busca de ensinamentos e lições que podem ser úteis em tempos tão desconcertantes como o que estamos vivendo. O primeiro deles é Sócrates, que ensinava em praças públicas e que nos legou a importância pedagógica da pergunta e do diálogo fecundo para lembrar uma expressão usada por um educador esquecido que foi Rafael Grisi.

Por isso, Sócrates foi considerado o inventor do conceito. Empregou-o, observou Hubert (2967), para descobrir os mistérios da natureza. “Assim compreendida, continua Hubert, a educação é coisa inteiramente diferente de uma socialização, da integração de um espírito num sistema de crenças feitas e estranhas a ele, adaptação de uma vontade a um conjunto de hábitos preestabelecidos.

 “O fim supremo da educação: atingir o deus, lugar e fonte de todos os conceitos, virtudes nas almas, beleza em todas as produções da natureza e do homem”. O ideal pedagógico de Sócrates foi muito bem caracterizado na maior das obras clássicas sobre educação – A Paideia, de Werner Jaeger.

Assim, valendo-se da maiêutica de Sócrates, pode o professor, no cenário imaginado e possível, incentivar a criatividade dos alunos e ensejar a revisão de preconceitos, mostrando, por exemplo,  que o conceito de beleza veiculado pela mídia deixa à margem muitas coisas boas e belas, mas que não atendem aos critérios estabelecidos pela mídia. E certamente com esses ensinamentos o processo educativo poderia ser enriquecido de percepções importantes sobre a vida em sociedade.

Todavia, a Paideia grega entraria em declínio como também a pedagogia da pergunta de Sócrates. Em que pesem os esforços da civilização romana de levar a cultura grega para várias partes do mundo, o fato é que durante a Idade Média os “fundadores da racionalidade” ficaram à margem e muitas de suas obras escondidas em mosteiros e abadias. Apesar do esforço de Quintiliano de mostrar que a paixão de aprender depende da vontade, que não pode ser forçada, daí se concluindo que os castigos haveriam de continuar ainda por séculos, impedindo a revelação de talentos e, por conseguinte, da autorrealização humana.

A Paideia grega foi aos poucos deixando os mosteiros e, graças a vários fatores, entre eles, o dos caçadores de livros do século XV, as ideias de Sócrates, Platão e Aristóteles, para citar apenas alguns, começaram a penetrar e iluminar horizontes e novas direções do pensamento.

 Idade da Renascença. E no final do século XVI veio ao mundo um notável pensador que Jean Piaget não se cansava de admirar. Seu nome: John Amós Comenius, que depois de ler intensamente as melhores obras da época, escreve a Didática Magna, a arte de ensinar tudo a todos. E o que tem a ver essa obra de mais de 300 anos com a pedagogia do século XXI?

 Muitas coisas. A título de exemplo, um dos problemas de aprendizagem mais comuns hoje em nossas escolas: alunos que não estão conseguindo aprender.  E, se numa reunião de professores de uma escola, convocada para a elaboração do projeto pedagógico de instituição escolar, Comenius fosse chamado, ele recomendaria:

Deve-se inflamar, de qualquer modo nas crianças, o desejo ardente de saber e de aprender;

O método de ensinar acende-se e favorece-se nas crianças, pelos pais, pelos professores, pela escola, pelas próprias coisas, pelo método e pelas autoridades civis;

Os professores, por sua vez, se forem afáveis e carinhosos, e não afastarem de si os espíritos com qualquer ato de aspereza, mas os atraírem afetuosamente com atitudes e palavras paternais(…) facilmente conseguirão tornar-se senhores de seus corações, de modo que eles sintam até mais prazer em estar na escola que em casa.

Importância do Estado – Observe-se a atualidade pedagógica dos ensinamentos de Comenius e a importância que ele atribui às relações entre mestres e discípulos, como também a atenção que ele dispensa à articulação com a família, a escola, os pais e as autoridades civis. E por que autoridades civis?  Porque Comenius já percebia a importância da responsabilidade do Estado na política educacional, que deveria estar integrada desde a sala de aula com gestores e professores capazes de conquistar os corações de crianças e adolescentes, de modo a tornar a escola prazerosa, com os pais presentes e com o poder público consciente de sua responsabilidade.

Comenius viveu numa época de mudanças paradigmáticas, com o Renascimento, a Reforma e a Contrarreforma e notável impulso da ciência com Descartes, Galileu, Kepler, Newton, entre outros. Essas mudanças continuariam e chegariam ao século XVIII, o século do Iluminismo, das Luzes, fase da história em que a razão humana eleva-se ao status de guia suprema dos rumos pelos quais deveria trilhar a humanidade.

 Diderot, Voltaire, Locke, Smith, Montesquieu, para lembrar alguns dos expoentes do pensamento dessa época, indicam e postulam novos horizontes. Porém, pertenceu também a esse século um dos maiores pensadores da educação de todos os tempos, que lança alguns pressupostos indispensáveis para uma verdadeira educação que transcenda a supremacia da razão. Seu nome: Jean-Jacques Rousseau (1712-1778).

 Se retomarmos o cenário com os professores reunidos para discutir o projeto da escola e uma professora pedir a palavra e advertir que não se poderia pensar o projeto pedagógico sem antes o colegiado discutir o conceito de educação, certamente sua proposta será aceita, seguindo-se várias percepções como: o fim da educação é preparar os jovens para a vida; adquirir o domínio dos conhecimentos necessários ao mundo de hoje; preparar para o mundo do trabalho etc.

E se Rousseau fosse chamado para essa reunião, ele expressaria sua opinião:

Viver é o ofício que quero ensinar-lhe. Ao sair de minhas mãos, concordo que não será nem magistrado, nem soldado, nem padre. Será homem em primeiro lugar; tudo o que o homem deve ser, ele será capaz de ser, se preciso, tão bem como qualquer outro; e ainda que a fortuna o faça mudar de lugar, ele sempre estará no seu;

Tem-se muito trabalho para buscar os melhores métodos de ensinar a ler; inventam-se escrivaninhas, mapas, faz-se do quarto da criança uma oficina gráfica. Locke pretende que a criança aprenda a ler com os dados. Não é uma invenção bem pensada? Que pena. Um meio mais seguro do que tudo isso é aquele que sempre é esquecido: o desejo de aprender. Dai esse desejo à criança, e depois deixai vossas escrivaninhas e vossos dados, pois qualquer método lhe servirá;

De onde provém a fraqueza do homem? Da desigualdade existente entre a sua força e os seus desejos. Nossas paixões tornam-nos fracos, pois para satisfazê-las precisamos de mais forças do que as que a natureza nos deu. Diminui, pois, os desejos, e será como que aumentásseis as forças; quem pode mais do que deseja tem forças de sobra e certamente é um ser muito forte.

 É provável que após terem ouvido Rousseau,  o projeto pedagógico da escola inclua preocupações e alguns objetivos mais próximos da ideia de que a educação, antes de se curvar a circunstâncias que podem ser efêmeras e frágeis, atente para a necessidade de formar pessoas, porque, assim sendo, as crianças e jovens de hoje, qualquer que seja a profissão escolhida, pautarão sua vida por valores da essencialidade humana.

As Luzes do século XVIII, sobretudo as de Rousseau, continuariam nos séculos seguintes a iluminar mentes e experiências. E uma das mais brilhantes foi a de John Dewey (1859-1952) que pensou o processo educativo e a escola com a perspectiva de formar mentes livres e democráticas.

A sua obra magna, Educação e democracia, tornou-se um clássico de leitura indispensável para os educadores de qualquer grau ou modalidade do ensino. Exerceu profunda influência em Anísio Teixeira que com ele estudou na Universidade de Columbia. E se a finalidade da educação é a de formar pessoas, como queria Rousseau, as ideias de Dewey poderiam ajudar a atingir esse objetivo. Assim, além de Sócrates, Comenius e Rousseau, Dewey e também Anísio Teixeira foram “convidados” a fazer parte da reunião dos professores para expor suas ideias sobre como enfrentar as dificuldades de aprendizagem e eventuais insucessos:

Dewey:

Dewey pensou o processo educativo e a escola com a perspectiva de formar mentes livres e democráticas. Como aprender, de fato, honestidade, bondade, tolerância, no regime de “deveres” marcados para o dia seguinte? Só uma situação real da vida, em que se tenha de exercer determinado traço do caráter, pode levar à sua prática e, portanto, à sua aprendizagem. Daí ser necessário que a escola ofereça um meio social vivo, cujas situações sejam tão reais quanto as de fora da escola.

Anísio:

Deve-se partir para a vida como para uma aventura. Se se tivesse de aconselhar uma atitude única, aconselharíamos a atitude esportiva. Cada um dos momentos da vida é um jogo com o futuro. Quanto mais armado para a luta, melhor. Vitória e derrota, todas têm, porém, a sua parte do prazer. Mais do que isso. O verdadeiro prazer está na luta. Se bem-sucedida, a luta de amanhã será mais interessante. Se a sorte não for favorável, a experiência valeu os momentos vividos, ensinou coisas novas e a expectativa de melhor êxito estará sempre acesa no coração dos homens

Veja-se como as reflexões de ambos os pensadores se complementam e podem dar uma direção mais segura ao processo educativo.

Dewey e Anísio marcaram profundamente o pensamento pedagógico brasileiro. Suas ideias e ensinamentos estão vivos e atuais e somam-se aos esforços para fazer da escola uma instância de aprendizagens, alegrias e permanente ressignificação das experiências de vida.

 Suas ideias foram aos poucos se incorporando nos discursos e até nas práticas como nas escolas-parques de Brasilia ou nos Cieps do Rio de Janeiro. Na década de 1960, outros clássicos da educação entraram na luta, sendo o principal deles o educador pernambucano e hoje patrono da educação nacional – Paulo Freire.  Suas reflexões sobre o contexto de abandono e esquecimento dos segmentos mais vulneráveis do Nordeste e do Brasil contribuíram para a proposta de uma pedagogia dos oprimidos. Suas ideias percorreram o mundo e elevaram-se à condição de prioritárias para pensar e planejar a educação não apenas do Brasil, mas de vários países. Assim, a sua presença na “reunião” dos professores que a essa altura estava discutindo o desafio da gestão e da participação democrática torna-se imprescindível:

(…) a necessidade inadiável que tem o nosso processo educativo de estabelecer relações de organicidade com esta atualidade para que, só assim , possa assumir a posição de instrumentalidade em dois planos: o da preparação técnica de nosso homem, com que se inserirá aptamente no desenvolvimento econômico do país; e o da criação de disposições mentais democráticas, críticas e permeáveis, com o que se situará legitimamente no crescente surto de democratização cultural e política, uma das manifestações do nosso “hoje”;

Todos os analistas de nossa formação histórico-cultural têm insistido na nossa ‘inexperiência democrática”, na ausência, no tipo de formação que tivemos, daquelas condições necessárias à criação de uma consciência participante que nos tivesse levado à feitura da nossa sociedade com ‘nossas próprias mãos”, o que caracteriza, para Tocqueville, a essência da própria democracia.

Provavelmente as palavras de Paulo Freire tenham sido relevantes para colocar em pauta o papel da escola para superar o déficit de democratização acumulado durante séculos de colonização, sobressaindo, dessa forma, a necessidade de formar mentes abertas, críticas, participantes, como as que foram possíveis na construção da maior democracia do Ocidente, a dos Estados Unidos, tão bem caracterizada por  outro clássico da ciência política, que foi Alexis de Tocqueville.

A “reunião” prosseguiu com os professores aprofundando suas reflexões sobre como deveria ser elaborado o projeto da escola para o início do semestre. Neste momento, o diretor da escola convida para emitir suas opiniões dois dos maiores pensadores modernos da educação, Jean Piaget e Vigotsky. A eles são dadas as palavras:

Piaget:

Podemos agora compreender o que são os mecanismos funcionais comuns a todos os estágios. Pode-se dizer de maneira geral (não comparando somente cada estágio ao seguinte, mas cada conduta, no interior de qualquer estágio à conduta seguinte) que toda ação – isto é, todo movimento, pensamento ou sentimento – corresponde a uma necessidade. A criança, como o adulto, só executa alguma ação exterior, ou mesmo inteiramente interior, impulsionada por um motivo e este se traduz sempre sob a forma de uma necessidade (uma necessidade elementar ou um interesse, uma pergunta etc,). Ora, se como já bem mostrou Claparède, uma necessidade é sempre a manifestação de um desequilíbrio

VIGOTSKY:

Quando a criança passa a essa variedade de pensamento já superou até certo ponto o seu egocentrismo. Já não confunde as relações entre as suas próprias impressões com as relações entre os objetos – um passo decisivo para se afastar do sincretismo – e caminha em direção à conquista do pensamento objetivo. O pensamento por complexos já constitui um pensamento coerente e objetivo.

Tanto Piaget quanto Vigotsky examinaram em profundidade e experimentalmente a evolução do pensamento da criança, com subsídios fundamentais para a condução e melhoria do processo educativo.  A leitura de suas obras indica que, do ponto de vista pedagógico, a compreensão da evolução da criança e do adolescente, por diversas fases e de lógicas do pensamento em cada etapa, é imprescindível com vistas a uma perspectiva de desenvolvimento integral de crianças e jovens. Indicam que os alunos devem estar na centralidade do projeto pedagógico; e mostram ainda que o ofício docente está entre os mais complexos e, contraditoriamente, um dos mais degradados como salientou recentemente Maurice Tardif, um dos mais eméritos estudiosos da profissão docente.

Por último, aproveitando a oportunidade da crise sanitária mundial, com efeitos desastrosos não somente na economia, mas, sobretudo, nos segmentos mais desfavoráveis, colocando à vista o enorme desafio das “múltiplas desigualdades” para lembrar o título de um livro de François Dubet. Como atesta o histórico protesto nos Estados Unidos contra mais uma barbárie cometida, creio ser oportuno incluir Darcy Ribeiro entre os clássicos. E caso fosse ele também convocado para a reunião dos professores, diria:

Nós brasileiros, nesse quadro, somos um povo em ser, impedido de sê-lo. Um povo mestiço na carne e no espírito, já que aqui a mestiçagem jamais foi crime ou pecado. Nela fomos feitos e continuamos nos fazendo. Essa massa de nativos oriundos da mestiçagem viveu por séculos sem consciência de si, afundada na ninguendade. Assim foi até se definir como uma nova identidade étnico-nacional, a de brasileiros.  Um povo até hoje, em ser, na dura busca de seu destino.

E qual o sentido pedagógico desse excerto de O povo brasileiro de Darcy Ribeiro, com profundas implicações no projeto pedagógico de uma escola? A Lei Áurea precisa ser regulamentada de modo a completar a abolição da escravatura, cabendo à escola fazer a sua parte.

Célio da Cunha

Professor Permanente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação da Universidade Católica de Brasília; antes: Assessor Especial da Unesco no Brasil, Professor da FE-UNB e Superintendente de Ciências Humanas e Sociais do CNPq

Obras pesquisadas para a produção desta matéria:

• CALVINO, Ítalo. Por que ler os clássicos? S.Paulo: Companhia das Letras, 1993
• DEWEY, JOHN. A escola e a reconstrução da experiência. In:
• WESTBROOK, R.B. John Dewey. Coleção Educadores. Recife: Fundaj,2010
• FREIRE, Paulo. Educação: atualidade brasileira. S.Paulo: Cortez Editora-IPF, 2001
• HUBERT, René. História da pedagogia. 2ª. ed. S.Paulo: Editora Nacional, 1967
• JAEGER, Werner. Paideia. S.Paulo: Martins Editora, 1979
• PIAGET, Jean. Seis estudos. Rio: Forense, 1967
• ROUSSEAU, Jean-Jacques. Emílio ou da educação. 3ª.ed. S.Paulo: Martins, 2004
• TEIXEIRA, Anísio. Pequena introdução à filosofia da educação. Rio: Editora UFRJ, 2007
• VIGOTSKY, Lev Semionovich. Textos selecionados por Edgar Pereira Coelho. In: VIGOTSKY, L.S. Coleção Educadores. Recife: Fundaj, 2010


Conteúdo originalmente publicado na Revista Educação – Junho/Julho de 2020.

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